Com amor, sem pudor.

A primeira vez que entrei no Love, ele ainda tinha resquícios daquele passado bárbaro, no pior sentido da palavra.

Enquanto se inaugurava uma nova fenda, nós fomos aprendendo sobre corpos e desejos outros. Nesses anos, forjamos algo que, de tão inexplicável, se torna assunto no café da manhã e no quebra-gelo em família – a nossa eterna busca de sentido.

Quem te escreve é a voz onisciente do Love. A partir de agora, algumas novas frestas serão abertas neste canal, e você pode não querer fazer parte ou contar aos sete cantos que não faz, mas sabemos muito bem que será tentador demais nos conceder um clique, sabemos guardar segredo!

Antes mesmo de sermos o que somos hoje, já sabíamos que vocês têm um certo anseio por temas à margem do papai-e-mamãe-baunilha. E não somos nós que dizemos isso: um post sobre s*iba*i explode em compartilhamentos, enquanto outro sobre bd*m entra em erupção nos números de envios e salvamentos. O Meta percebeu, e nós também. Enquanto ele bate e pune de jeito não consensual, a gente encontrou uma nova forma de ser e estar.

Boas-vindas ao que entenderemos como blog do Love e/ou dark room. Vocês pediram tanto, cá está. Nunca do jeito que vocês esperam, mas sempre com insumos para a pauta do dia seguinte.

Com amor, sem pudor, Love.